Não ia falar, mas vou.Dia 23 último foi comemorado o dia da Consciência Negra.
Como meu pai era mulato e, portanto, tenho meu percentual negro nas veias, posso falar sem nenhum resquício de preconceito - aliás, Denzel Washington está entre os 10 mais lindos e charmosos em minha lista, e se casamento fosse baseado só em beleza física, casaria com ele e jamais com o Tom Cruise.
No dia da Consciência negra, fiquei pensando até onde estamos indo em nome da chamada "igualdade racial".
Igualdade?
Fico imaginando o que aconteceria se eu saísse de casa usando uma camiseta com o slogan “100% branco”, ou ainda “Orgulho branco”.
Provavelmente seria presa por racismo, e a TV, na porta da delegacia, filmaria uma multidão gritando palavrões e me acusando de ser membro da KKK, de racista, ou neo nazista (que aliás, abomino e acho mesmo que tem que dar cadeia).
Não assisto novelas, mas li que muitos negros estão reclamando porque a heroína da novela das 8h da Globo apanhou da Lilia Cabral, uma branca, enquanto estava de joelhos, e que isso foi expressão de racismo.
Ué! Colocaram uma negra (aliás, linda) como heroína, sonho de realização de qualquer atriz Global, e reclamam se ela apanha, sofre ou é humilhada?
Deborah Secco, em "América", foi para a cadeia três vezes.
Suzana Vieira, em "Senhora do Destino", era uma nordestina e foi parar na cadeia por culpa do próprio filho.
Regina Duarte, na "Rainha da Sucata" (a sucateira), foi presa duas vezes.







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